Amparados pela chamada janela para troca partidária, sete dos 15 vereadores de Goianésia deixaram as legendas pelas quais foram eleitos e assinaram ficha de filiação a novos partidos.
Entre 5 de março e 4 de abril – data que marca seis meses antes da realização das eleições municipais, a serem realizadas em 4 de outubro – os vereadores estavam autorizados a trocar de partido sem correr o risco de perder o mandato.
Mudaram de partido: Edvam da Costa Silva (do PRB para o MDB), Divino do Jonas (do PHS para o MDB), Marcos Pernambuco (do PDT para o MDB), Jefferson Siqueira (do PMN para o MDB), Fábio da Enigma (do Pros para o MDB), Heverton Fonseca (do Solidariedade para o MDB), Valdomiro Baiano (do Podemos para o PSDB).
Continuaram nos partidos pelos quais foram eleitos: Múcio Santana (MDB), Salete Carrilho (MDB), Dr. Marcos Vinícius (MDB), Cláudio Ocozias (DEM), Cabo Jota Carlos (PP), Moisés Lino (PSDB), Mauricinho (PSDB) e Temal Carrilho (PSDB).
Com as novas regras, cada partido terá que montar uma chapa sozinho para disputar e com ela conquistar o quociente eleitoral. Durante os acordos firmados ao longo dos últimos 30 dias, a estratégia de alguns partidos foi evitar colocar nomes que já tem mandato, pois eles afastariam a possibilidade de a legenda atrair novos nomes.
Em meio a essas costuras, muitos vereadores utilizaram até o último dia do prazo para se decidir e anunciar quais seriam seus destinos. A maioria preferiu não arriscar e se alistarem nos grandes partidos, onde a concorrência é maior, mas têm garantia de serem candidatos.
